O diesel nunca pesou tanto no bolso do caminhoneiro. Com o combustível representando cerca de 40% do custo operacional de um veículo de carga - e a margem dos autônomos cada vez mais pressionada, qualquer fonte de desperdício dentro do caminhão passou a ser inimiga da rentabilidade. É nesse cenário que a eficiência dos equipamentos de climatização e refrigeração deixou de ser detalhe técnico e virou decisão financeira.
A Resfri Ar, empresa gaúcha com sede em Vacaria especializada em soluções de refrigeração e climatização para veículos de carga, acompanha de perto essa mudança de comportamento. Segundo a companhia, o perfil do comprador mudou nos últimos dois anos: se antes o caminhoneiro buscava o equipamento mais barato disponível, hoje a primeira pergunta é sobre consumo, durabilidade e custo total ao longo da vida útil. "O caminhoneiro brasileiro está mais criterioso e analisa mais o custo-benefício na hora da compra. Os nossos equipamentos são elétricos, completamente desvinculados do motor. O grande ganho em consumo vem justamente da possibilidade de manter o ar-condicionado ligado com o motor do caminhão desligado. Imagine um motorista em uma fila de espera para carregamento ou descarregamento, com o equipamento convencional de painel ele precisa manter o motor ligado ou aguentar o calor. Ao fazer uso do nosso equipamento, ele mantém o conforto com consumo zero de combustível”, explica o CEO da marca, Thiago Castilhos.
Um exemplo clássico é que o sistema de ar-condicionado automotivo com compressor desgastado - ou com carga de gás refrigerante abaixo do nível ideal - pode elevar o consumo de combustível em até 15%, segundo estimativas técnicas do setor. Em um caminhão que roda 10.000 km por mês em uma rota de longa distância, esse percentual representa um custo adicional significativo: invisível na garagem, mas sentido no caixa.
Com 28 anos de história, a Resfri Ar desenvolve e comercializa soluções voltadas especificamente para o segmento de veículos pesados. Entre os itens mais procurados pelos clientes, estão o Ar-Condicionado Série 3 e a linha de geladeiras automotivas para caminhões, equipamentos que andam lado a lado com tecnologia e custo-benefício.
O Ar-Condicionado Resfri Ar Série 3 é a evolução da linha de climatização da marca para veículos pesados. Com tecnologia Inverter, ajusta a potência do compressor de acordo com a demanda real de resfriamento - reduzindo o consumo de bateria em comparação com sistemas de velocidade fixa e garantindo maior autonomia ao veículo. O equipamento oferece quatro modos de operação (Ventilador, ECO, AUTO e Turbo), painel digital e está disponível em duas opções de cor, unindo desempenho técnico e praticidade no dia a dia da estrada. "O Série 3 foi desenvolvido para o contexto real da estrada brasileira: calor extremo, viagens longas e um motorista que não pode se dar ao luxo de parar para manutenção com frequência. A tecnologia Inverter aparece também na maior vida útil do equipamento e na qualidade do trabalho do motorista, ao aumentar a autonomia de utilização, com o equipamento ligado por mais tempo”, explica o CEO da Resfri Ar.
As geladeiras automotivas da Resfri Ar também são exemplo de economia: para o caminhoneiro que vive na estrada, a geladeira automotiva vai muito além do conforto, já que é uma decisão financeira. Com uma unidade a bordo, o motorista deixa de depender de restaurantes e lanchonetes de beira de estrada e passa a carregar seus próprios alimentos frescos, da sua preferência, prontos para qualquer hora da viagem. A economia no bolso aparece já nas primeiras semanas de uso.
O caminhoneiro autônomo no centro da decisão
Dos aproximadamente 1,5 milhão de caminhoneiros ativos no Brasil, cerca de 70% são profissionais autônomos, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Para esse perfil, cada real economizado em consumo é resultado direto no orçamento familiar. A decisão de investir em um equipamento mais eficiente deixou de ser comparada ao custo de compra e passou a ser avaliada pelo retorno no tempo.
A Resfri Ar disponibiliza consultoria técnica para auxiliar o transportador na escolha do equipamento mais adequado ao seu perfil de uso. Além disso, equipamentos adquiridos a partir de janeiro de 2026 contam com dois anos de garantia.